segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Sobre o que anda acontecendo no Brasil



SOBRE OS PROTESTOS PELA COPA DO MUNDO E POR QUALQUER COISA

Não. Não penso ser legal estes protestos antes e durante os jogos da Copa do Mundo. Alienação? Não. Respeito. Respeito pelas pessoas que virão ao Brasil esperando chegar em um festa e não em uma guerra. Sabem (e nós também sabemos) que ninguém faz festa melhor que um brasileiro. Que poucos países recebem um estrangeiro tão bem quanto o Brasil o faz. Não devemos nada para ninguém.  

E antes de qualquer jovem “politizado” vir comentar este texto, me responda a seguinte pergunta: Quem foi o vereador, prefeito, deputado estadual que você votou na última eleição? Antes de culpar todo mundo, veja a sua responsabilidade na situação. Antes de gritar com todos, deveria bater na porta daqueles que receberam seus votos. Mas, com certeza isto você, querido jovem politizado, não pode fazer porque não faz a menor ideia em quem recebeu sua confiança durante o exercício do direito à democracia.



SOBRE “FAZER JUSTIÇA COM AS PRÓPRIAS MÃOS”

Dar segurança é um dever do Governo. Pagamos por isto em impostos. Quando este não consegue cumprir com isto, a população não pode e não deve abrir mão de seu direito: O de defender-se. Então, queridos profissionais de Direitos Humanos, enfiem esta filosofia de que “bandido tem direito” na cavidade anal dos seus próprios corpos. Ou na deles. 



SOBRE O BBB BRASIL

Não acredito que ainda há gente que dê audiência para uma merda igual a essa, mas enfim, se há quem veja, fazer o quê? Não é minha opção de diversão. Então, não me enche o saco me perguntando se eu vi fulana com beltrano debaixo do cobertor ou se eu vi quem ganhou a prova do líder ou ainda se vi o barraco entre duas meninas que se beijaram. Não, eu não vi. Não, não vou pesquisar as cenas na internet. Não, não me olhe com cara de “que menina mais mal educada” porque eu vou começar a chorar. Snif.




SOBRE A PROFESSORA UNIVERSITÁRIA QUE PUBLICOU UMA FOTO DE UM SENHOR NO AEROPORTO TRAJANDO BERMUDA E PERGUNTOU “AEROPORTO OU RODOVIÁRIA?”

É preconceito, minha Senhora. “Preconceito é conceito formado com base em julgamento próprio que exige tom depreciativo da diferença; análise tendenciosa; discriminação provocativa”. Mas, isto a Senhora já sabe depois de toda repercussão negativa e, agora, passível de um processo. 

Fica uma lição nisso tudo. Não só para essa Senhora, mas para todos nós: No dia em que esquecermos o bom senso em casa, gentileza voltar para buscá-lo. 


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Coisas do Pai VI

Em uma quarta-feira, o pai vendo eu e minha irmã saindo para trabalhar:

- Oh Maria (minha mãe), onde que essas meninas vão toda arrumadas tão cedo? Ou elas estão chegando agora da rua?
- Elas vão trabalhar, Tide. 
- No domingo?
- Não. Numa quarta-feira. Hoje é quarta-feira, Tide. 
- Eita bosta!



Em um domingo, às 6 da manhã:

- Mariiiiiia, acorda as meninas porque elas vão perder hora para o trabalho!!!!
- Tide, volta pra cama porque hoje é domingo.
- Né não. 
- É sim. 
- Eita bosta! Vou ver a missa na Rede Vida primeiro.



terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Coisas do Pai V

Sábado passado ele acordou muito cedo. Foi fazer a caminhada dele e quando voltou resolveu que ia dormir um pouquinho antes do almoço. 

Almoço pronto, fui acordá-lo para almoçar. 

- Pai... paaaaaai... almoço está pronto. Vem almoçar. 

- Já almocei. 

Eu com cara de "como assim já almoçou... Onde? Quando? ".

- Não pai. O Senhor ainda não almoçou. 


Ele com uma cara toda contente: 

- Ahhhhhhhh minha cabeça não está funcionando bem! Mas, minha barriga está. Que bom que não almocei ainda. Assim posso comer "duas" vezes. 




sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Moving away

I don´t want to talk about how I feel. 
If it hurts; where it hurts; since when it hurts.
Just leave me alone. It isn´t to ask too much. 


Maybe someday I will tell you. Not today. Not now. 
Today I don´t want not even to write.  





quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Fofoca em Minas é assim




- Menina!!! Nem te conto. 

- Ai meu Deus! Comece a falar já.

- Sabe aquela menina que trabalhou com a gente?

- Qual?

- Aqueeeeeeela. Você sabe sim. 

- Ahhhhhhhhhhh... sei sim. O que tem ela?

- Está grávida. 

- Mentira. Sério?

- Sério.

- Nossa! Ela era tão quietinha. Toda pudica. Toda santinha!

- Pois é. Nem te conto quem é o pai.

- Ai meu Deus! Conta.

- O nosso ex-chefe. 

- Queeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee?

- Pois é. 

- Mas, ele era bicha!! Lembra que ele levou o namorado dele lá no escritório e até apresentou pra gente?

- Não. 

- Pois é. Acho que você estava de férias. Menina estou passada!!! 

- Pois é. 
 
- Então "tá bom". Beijos.

- Beijos.


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Coisas do Pai IV



Nós, a família, sempre que possível, tentamos manter a cabeça dele "funcionando". Perguntamos coisas normais e rotineiras só para fazê-lo lembrar-se sempre das coisas mais simples.


- Quantos anos o Senhor tem, pai?

- Sei não.

- Pensa um pouquinho. O Senhor nasceu em 1923.

Ele com um sorriso irônico no rosto:

- 40 anos.

- ...



segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Viajar



Hace dos días, Luis Padilla publicó en su Twitter frases sobre viajar. Precisamente sobre la gente que viaja, que viven para eso; que son personas vacías y que lo hacen para rellenar este vacío de adentro; que la gente que viaja nada más “chupan” los recursos del lugar donde visitan y nada (o casi nada) dejan a cambio.

Me quedé pensando sobre el asunto un buen rato. Bueeeeeeeeen rato. Incluso intenté ponerme dentro de su opinión, pero me pareció un poco distante de la realidad de lo viví en mis viajes. Soy una viajera asumida. No vivo para eso, pero toda y cualquier oportunidad que tengo para viajar, lo hago. Dentro y fuera de Brasil.

Sí, cierto que a donde voy necesito de los recursos del lugar tal como agua, luz, transporte, etc. Pero, decir que nada dejo a cambio… no parece muy bien.

Saben que Valparaíso, en Chile, está la casa a donde ha vivido en escritor Pablo Neruda. Pero, yo sé allá cerca vive una Señora de 80 y picos años que es un bombón. Dulce, voz suave y muy habladora. Le encantan las rosas, el mar y las tardes de domingo con sol (es que así se puede salir a hacer visitas a la gente sin tener que cargar paraguas). Hablamos mucho, le conté sobre mi tierra, las canciones sobre de mi país, mi idioma, etc. Hablamos durante muchos minutos hasta la hora de decirle adiós. Me pidió para contar su historia a donde fuera. Era su manera de viajar. Y yo lo hago.

En Mendoza hay muchas vinícolas, también lo saben. Hacen el mejor Malbec del mundo. Pero, yo sé que allá vive una familia de emigrantes japoneses que tienen una posada. Toda la familia trabaja en esa posada y son muy especiales. La mamá hasta parece una hormiga de tanto que trabaja, el papá cuida de los jardines y de la banca de dulces, los hijos se quedan todos en la posada. Gritan unos con los otros, pero al minuto siguiente están todos sonriéndose.

Yo sabría que hay los locales de que les hablé, pero no sabría de las personas si me hubiera quedado en casa. Suena como charla de “Saint-Exupèry y El Principito” eso de llevar consigo historias ajenas y dejar la suya, pero eso es exactamente lo que quiero decir. Podemos no dejar cosas materiales en los locales donde vamos, pero dejamos historias, experiencias, sonrisas y saudade.

¿Si conocí a gente viaja para rellenar el “hueco” de adentro? Sí. Todos nosotros. Es cierto. Aunque no sea un hueco de existencia, es el hueco de la curiosidad, de saber más allá de lo que nos dicen los libros, más allá de lo que nuestros miedos y conforto nos permiten.

¡Ojalá ese hueco nunca se vaya y mis ganas de viajar nunca me deje!




PS – Por cierto, todos en los lugares que he estado conocen a Luis. Siempre me preguntaban a dónde había aprendido el español de México. Bueno, ya saben la respuesta. 




Lacan

 "Você entendeu a teoria de Lacan: As fantasias precisam ser irrealistas porque no momento, no instante em que vocês tiverem o que proc...