sexta-feira, 10 de julho de 2015

Preguiça de levantar da cama




Tenho. 

E muita.

Não é preguiça de acordar. Acordo todos os dias no mesmo horário. 6h30. Meu problema é levantar da cama. Não, não durmo de novo, mas posso ficar rolando de um lado para outro na cama até às 13h, se for preciso.

Leio. Ligo a rádio do celular. Entro nas redes sociais. Escrevo no bloco de notas do celular)devo ter umas 100 anotações). Leio outro livro. Faço qualquer coisa para não ter que levantar da cama. 

É que quando me levanto, também não pego no tranco de uma vez. Minha energia pela manhã é baixíssima! Na parte da tarde funciono bem. Pareço àqueles carros de motor a álcool no frio. Mas, isso é o ano todo. 

Só isso que eu queria falar. 

Agora podem voltar a fazer ao interessante  que vocês estavam fazendo. 


quinta-feira, 9 de julho de 2015

Oscar Wilde



Yet each man kills the thing he loves,
By each let this be heard,
Some do it with a bitter look,
Some with a flattering word,
The coward does it with a kiss,
The brave man with a sword!
Some kill their love when they are young,
And some when they are old;
Some strangle with the hands of Lust,
Some with the hands of Gold:
The kindest use a knife, because
The dead so soon grow cold.
Some love too little, some too long,
Some sell, and others buy;
Some do the deed with many tears,
And some without a sigh:
For each man kills the thing he loves,
Yet each man does not die. 





Does she write in English??!! Yes, she does.

My dad is 92 years old.

Two weeks ago he gave us a big scare. It was Friday and in the middle of morning, my sister called me telling me that my dad wasn´t feeling so good. I called to an ambulance to take him to the Hospital. 

He has diabetes and his glucoses was in 630. The normal is around 75 – 80. In a person with diabetes, it acceptable around 130 – 150. Because this number he was going into a coma.

Two days in the Hospital and now he is fine! In home with his family. But, he always telling us: My time is ending. Or: I´m going to “home”. And he tells us this so natural as he was talking about life.

Yesterday I asked him:  Are you afraid or not about death, dad?

He said: No. Not really, daughter. I lived my life. I REALLY did it. 



quarta-feira, 8 de julho de 2015

Delicadeza




- E se não der certo entre a gente, o tempo fará com que você esqueça a dor deste amor.

- Não quero porra nenhuma de dor para esquecer!

terça-feira, 7 de julho de 2015

Gentinha

10h30.

O ônibus chega no ponto e para perto de onde estou, nem abriu a porta ainda e um casal atrás de mim, ele mais próximo e ela depois dele, ela o empurrou para me "forçar"  entrar no ônibus e ainda disse: Pede licença e vai, Amor. 

Eu aguardando desembarque de dois idosos virei pra trás e disse:

Aguarde só uns segundos. Os idosos estão descendo. Logo vamos embarcar e o ônibus não vai embora sem nós. Fique tranquila. 

Ele, com muita vergonha disse: Desculpa a minha mulher! Ela é meio apavorada! Quer sair atropelando todo mundo quando o ônibus chega. 

Eu ia ficar calada, mas ela tinha que falar: Ah... eu passo mesmo na frente de todo mundo!

Respondi com toda paciência que Deus me deu - ou seja, nenhuma: Não ter educação já é feio. Achar isso uma coisa boa, é muita falta de decência!




Obrigada, mãe e pai por ter me criado assim! 


segunda-feira, 6 de julho de 2015

Falta de Humanidade/Compaixão



Há uma semana mais ou menos, estávamos voltando para casa, parados no sinal de trânsito, percebemos uma movimentação na frente, bem embaixo do sinal.

Não demos muita importância, até que vimos dois motoqueiros passando de carro em carro, gesticulando desesperados para os motoristas. E isso foi se repetindo um após outros, dos dois lados da avenida até que um deles chegou pra gente e pediu o Extintor de Fogo. Meu cunhado abaixou, pegou debaixo do banco de motorista e entregou ao motoqueiro. Os dois voltaram correndo para o Sinal e começou outra movimentação lá e pouco depois começamos a sentir um cheiro de queimado.

Resumindo a história: A moto de um dos motoqueiros que estava parado no Sinal teve um problema e começou a pegar fogo. O motoqueiro do lado desceu da moto  para ajudá-lo e os dois estavam passando de carro em carro pedindo um extintor de incêndio para apagar o fogo da moto. NINGUÉM deu o extintor. Éramos o 4º carro de duas filas. Tiveram que implorar 7 motoristas antes de ser atendidos por nós. 

7 MOTORISTAS!

Enquanto isso a moto do moço pegando fogo e o povo vendo isso sem fazer nada. Ninguém ajudou. Ninguém!




Até quando essa falta de humanidade e compaixão?


sábado, 4 de julho de 2015

Recado Dado

Sou do tempo de que quando a gente terminava o namoro, a gente ia para debaixo do chuveiro quente, sentava no chão e chorava. Ou, deitava na cama, cobrindo rosto com um travesseiro , ouvindo “Goodtimes” na BHFM e chorava. Ou saia com os amigos, tomava um porre e depois de uma semana assim, seu fígado te dizia que a dor no coração era nada.

Ontem, depois de quase uma semana, vendo um amigo publicar coisas pessoais da vida dele nas redes sociais, cheguei a algumas conclusões:

- Tudo o que nasce por interesse, não presta e não vinga;

- A gente nunca conhece uma pessoa realmente até ela(e) ter o coração ferido por um término de relacionamento;

- Não adianta querer filosofar sobre o mundo quando você não tem coragem suficiente para olhar dentro de si e dizer primeiro a você o que deveria escutar para se tornar uma pessoa melhor. Mesmo que você estude pra ca-ra-le-o, enquanto não sentar e colocar os pensamentos em ordem, o máximo que você vai conseguir colocando frases soltas (que fazem sentido somente para você, por falar nisso) é fazer com que as pessoas pensem que você está surtando;

- Ficar publicando fotos do tipo “olha como sou feliz” nas redes sociais quando todos seus amigos sabem que você está na bosta é o mesmo que assinar atestado de depressão;

- Desinstalar aplicativos de redes sociais do celular no caso de um “heartbreak”;

- Se o seu ex-namorado(a) está nem se fudendo para o que está acontecendo com você, imagina a gente.


Amigos se importam uns com os outros, sim. Mas, quando a gente percebe que esse comportamento é só (e exclusivamente) para chamar a atenção para o papel de vítima que você se colocou, para buscar uma fama a qualquer custo e não é nem um pouco sincero, isso não nos dá pena. Isso nos dá raiva. 


Lacan

 "Você entendeu a teoria de Lacan: As fantasias precisam ser irrealistas porque no momento, no instante em que vocês tiverem o que proc...